quinta-feira, 17 de novembro de 2016

HAYABUSA 1500cc. (Boato ou verdade)


Ultimamente muito se tem escutado sobre a possibilidade do lançamento de uma nova versão para Hayabusa. Está seria a 4 geração trazendo inúmeras mudanças estéticas e uma incrível evolução mecânica, passando de um motor com 1340cc para um motor turbo alimentado de 1500cc, o que elevaria o status de Superbike para Hyperbike. Lembrando que a categoria "Hyper" remete a velocidade de 400km/h e superior.


Obviamente o plano da SUZUKI ainda não foi "totalmente" revelado, mas isso não quer dizer que a possibilidade de vermos em breve uma Hayabusa de 1500cc andando pelas ruas seja apenas boatos.

Especula-se que a nova Hayabusa terá traços mais esportivos, como nesta foto podemos ver com uma rabeta que lembra as GSXR 1000, no entanto isso é pouco provável uma vez que o conceito Hayabusa tem como objetivo a velocidade e conforto na pilotagem, e menor tendência as curvas mais fechadas.


2016 foi um ano importante para as montadoras de motos super esportivas pois chegou ao fim o acordo que existia entre elas para manter o limite de velocidade (oficial) em até 299km/h. O final deste acordo abriu espaço para uma nova era de motos, agora chamadas de HyperSport, categoria que classifica motos de fabricação em série com potencial de atingir e até ultrapassar os 400km/h. 


Até agora, a Kawasaki ZZR-1400 é a maior rival da Hayabusa, pelo menos em corridas de arrancada, em vezes mais rápida que a Hayabusa. Assim a Suzuki pode estar realmente pensando em adicionar alguma vantagem extra a GSX-1300R. Se a Suzuki colocar '1500' turbo na Hayabusa, sem dúvida estes 160cc a mais na moto a farão estrear na categoria exclusiva do setor motociclistico, categoria de Hyperbikes.

 

As mudanças nas características de engenharia da moto serão totalmente novas, maior motor, revisões de chassis, freio com tecnologia superior, suspensões ainda mais resistentes. A pergunta é se a Suzuki está à altura de tal movimento, e a resposta é sim, os planos já existem e um desenho da moto já pode ser visto e publicado pela mídia Japonesa. O valor estimado para a nova Hayabusa especula-se que irá ultrapassar a marca dos R$ 100.000,00 (mil reais), trazendo de arrasto como fator positivo uma valorização para todas Hayabusas, mesmo as mais antigas. 





As publicações de revistas especializadas Japonesas já tratam o assunto como uma realidade, o que aponta para que "SIM" a nova Hayabusa vem ai....











sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Perceba a importância dos Protetores de coluna para os motociclistas.


O “rei” dos equipamentos de proteção ao motociclista é o capacete, mas há outra parte do corpo humano que também exige atenção especial, pelo potencial de sequelas graves que podem ocorrer em acidentes. Se você está pensando na coluna vertebral, parabéns, acertou!

Motociclistas que tiveram sua saúde prejudicada por lesões de coluna são testemunhos tristes da gravidade do problema. Infelizmente, as consequências são quase sempre irreversíveis, resultando em limitações motoras como a paraplegia, a perda dos movimentos das pernas, ou a mais grave tetraplegia, quando os movimentos nos membros superiores também são afetados.

Este tipo trauma, pavoroso fantasma que ronda todos nós, pode ser atenuado com o uso de um equipamento de segurança que ainda é pouco disseminado: o protetor de coluna. Criado especificamente para motociclistas, diz a lenda que o inventor de um rudimentar modelo, espécie de bisavô deste equipamento, foi o piloto inglês Barry Sheene. Ele era famoso tanto por ser um grande campeão da motovelocidade dos anos 1970 como por colecionar pavorosos acidentes. Diz a lenda que, ao passar pelos controles de raio X dos aeroportos, Sheene os fazia enlouquecer por conta da quantidade de pinos e parafusos metálicos espalhados pelo seu corpo. 

Talvez as muitas horas de hospital deram a Sheene tempo livre necessário para refletir sobre a sorte de não ter machucado a coluna e para bolar uma proteção para dar uma forcinha ao destino. Sheene se serviu de viseiras usadas de seu capacete e as uniu com fita adesiva, criando um aparato parecido com uma casca de lagosta, destinado a proteger sua espinha dorsal.

Deste criativo artesanato do piloto inglês aos melhores protetores de coluna disponíveis no mercado hoje em dia há uma intensa e qualificada pesquisa multidisciplinar envolvida. O estudo dos tipos de lesões, da fisiologia humana e dos animais (a lagosta…) e de materiais especiais resultou em artefatos extremamente protetivos.

Da época de Sheene até os dias atuais, nenhum piloto de motocicleta, de qualquer categoria, entra numa pista de competição sem um protetor de coluna. O progresso deste equipamento se deu tanto pela redução de peso e do atualmente mínimo incômodo causado pelo uso quanto pela efetividade oferecida. O protetor não é simplesmente uma carapaça plástica que age de maneira passiva, evitando que impactos lesionem as vértebras, mas também funciona ao limitar movimentos antinaturais da espinha dorsal. 

A capacidade de curvatura desta verdadeira “viga mestra” de nosso esqueleto é muito ampla quando nos inclinamos à frente, mas limitada no sentido oposto, para trás. Em um acidente, o motociclista pode ser atingido por trás por outro veículo, pela sua própria motocicleta ou ser lançado bruscamente contra um obstáculo. Os mais evoluídos protetores de coluna limitam a possibilidade de a curvatura da coluna alcançar um ângulo exagerado, o que causaria lesão mesmo se o impacto não for tão violento, tendo como agravante o fato do motociclista poder estar desmaiado, coisa não incomum em tombos de moto.

Pesando pouco, entre 650 g e 1 kg, os mais efetivos protetores são os que se vestem, fixados ao corpo de modo aderente por meio de faixas elásticas. Menos eficazes, mas ainda assim preferíveis a não usar nada são os protetores incorporados ao forro das jaquetas, cuja eficiência é menor por conta da possibilidade de se deslocarem durante a queda e consequente rolagem pelo solo.

Outra diferenciação entre protetores diz respeito ao comprimento: os melhores são os mais longos, capazes de proteger desde a base da coluna até a altura dos ombros.

Há também modelos menores, que protegem apenas a legião lombar e que consequentemente tem menor capacidade de proteção. 

Seja qual for o modelo, longo, curto, incorporado ao traje ou não, é necessário ao motociclista encarar o problema de frente e incorporar ao dia a dia o uso deste equipamento que, por mais incômodo que possa parecer, é e sempre será fundamental para que rodemos quilômetros e quilômetros em segurança. 

E pensando bem, um protetor de coluna, por maior que seja, sempre será um equipamento mais fácil de administrar do que o superimportante, mas volumoso capacete, que hoje é parte indissociável de nossa vida ao guidão.

VÍDEO:

Então decidiu adquirir um protetor de coluna?
Conheça os nossos modelos de protetores, disponíveis na loja online. FRETE GRÁTIS para todo o Brasil. Acesse o link: http://lojashopexpress.com/protetor-coluna-7vertebras-daihead



Perceba a importância dos Protetores de coluna para os motociclistas.


O “rei” dos equipamentos de proteção ao motociclista é o capacete, mas há outra parte do corpo humano que também exige atenção especial, pelo potencial de sequelas graves que podem ocorrer em acidentes. Se você está pensando na coluna vertebral, parabéns, acertou!

Motociclistas que tiveram sua saúde prejudicada por lesões de coluna são testemunhos tristes da gravidade do problema. Infelizmente, as consequências são quase sempre irreversíveis, resultando em limitações motoras como a paraplegia, a perda dos movimentos das pernas, ou a mais grave tetraplegia, quando os movimentos nos membros superiores também são afetados.

Este tipo trauma, pavoroso fantasma que ronda todos nós, pode ser atenuado com o uso de um equipamento de segurança que ainda é pouco disseminado: o protetor de coluna. Criado especificamente para motociclistas, diz a lenda que o inventor de um rudimentar modelo, espécie de bisavô deste equipamento, foi o piloto inglês Barry Sheene. Ele era famoso tanto por ser um grande campeão da motovelocidade dos anos 1970 como por colecionar pavorosos acidentes. Diz a lenda que, ao passar pelos controles de raio X dos aeroportos, Sheene os fazia enlouquecer por conta da quantidade de pinos e parafusos metálicos espalhados pelo seu corpo. 

Talvez as muitas horas de hospital deram a Sheene tempo livre necessário para refletir sobre a sorte de não ter machucado a coluna e para bolar uma proteção para dar uma forcinha ao destino. Sheene se serviu de viseiras usadas de seu capacete e as uniu com fita adesiva, criando um aparato parecido com uma casca de lagosta, destinado a proteger sua espinha dorsal.

Deste criativo artesanato do piloto inglês aos melhores protetores de coluna disponíveis no mercado hoje em dia há uma intensa e qualificada pesquisa multidisciplinar envolvida. O estudo dos tipos de lesões, da fisiologia humana e dos animais (a lagosta…) e de materiais especiais resultou em artefatos extremamente protetivos.

Da época de Sheene até os dias atuais, nenhum piloto de motocicleta, de qualquer categoria, entra numa pista de competição sem um protetor de coluna. O progresso deste equipamento se deu tanto pela redução de peso e do atualmente mínimo incômodo causado pelo uso quanto pela efetividade oferecida. O protetor não é simplesmente uma carapaça plástica que age de maneira passiva, evitando que impactos lesionem as vértebras, mas também funciona ao limitar movimentos antinaturais da espinha dorsal. 

A capacidade de curvatura desta verdadeira “viga mestra” de nosso esqueleto é muito ampla quando nos inclinamos à frente, mas limitada no sentido oposto, para trás. Em um acidente, o motociclista pode ser atingido por trás por outro veículo, pela sua própria motocicleta ou ser lançado bruscamente contra um obstáculo. Os mais evoluídos protetores de coluna limitam a possibilidade de a curvatura da coluna alcançar um ângulo exagerado, o que causaria lesão mesmo se o impacto não for tão violento, tendo como agravante o fato do motociclista poder estar desmaiado, coisa não incomum em tombos de moto.

Pesando pouco, entre 650 g e 1 kg, os mais efetivos protetores são os que se vestem, fixados ao corpo de modo aderente por meio de faixas elásticas. Menos eficazes, mas ainda assim preferíveis a não usar nada são os protetores incorporados ao forro das jaquetas, cuja eficiência é menor por conta da possibilidade de se deslocarem durante a queda e consequente rolagem pelo solo.

Outra diferenciação entre protetores diz respeito ao comprimento: os melhores são os mais longos, capazes de proteger desde a base da coluna até a altura dos ombros.

Há também modelos menores, que protegem apenas a legião lombar e que consequentemente tem menor capacidade de proteção. 

Seja qual for o modelo, longo, curto, incorporado ao traje ou não, é necessário ao motociclista encarar o problema de frente e incorporar ao dia a dia o uso deste equipamento que, por mais incômodo que possa parecer, é e sempre será fundamental para que rodemos quilômetros e quilômetros em segurança. 

E pensando bem, um protetor de coluna, por maior que seja, sempre será um equipamento mais fácil de administrar do que o superimportante, mas volumoso capacete, que hoje é parte indissociável de nossa vida ao guidão.

VÍDEO:

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Efeito SHIMMING na direção, você sabe o que é?


O que é? 
São oscilações laterais contínuas no garfo da moto transmitidos para o guidão,que ocorrem geralmente durante a desaceleração do veículo, ou em alguns casos em alta velocidade... é algo imprevisível, podendo acontecer por diversos fatores.

Normalmente este efeito se acentua ou se destaca quando ocorre uma substituição de pneus usados por pneus novos. As causas são muito variadas e podemos atribuir este efeito às seguintes possibilidades:
  
1.  Alteração nos equipamentos originais da moto tipo
- guidão
- assento
- rodas
- amortecedores
  
2. Instalação de acessórios não originais na moto tipo:
- pára-brisa,
- carenagem,
- bagageiro(s),
- bolsas;

3.Problemas mecânicos na moto tais como:
- alinhamento do garfo/mesa
- suspensão dianteira/traseira;
- problemas na coluna da direção,
- aros desbalanceados
- amortecedor de direção muito firme, 

problemas de lubrificação ou nos anéis de vedação do garfo e dos amortecedores, roda danificada ou empenada, estado dos rolamentos da roda.  

4. Pneus de dimensões diferentes das recomendadas pelas montadoras, pressão inadequada dos pneus, esculturas de pneus diferentes nos eixos dianteiro e traseiro.

Fique atento!!!! 
Quando acontecer, mantenha a calma e contorne a situação! 
Visite nosso site: http://www.lojashopexpress.com



quinta-feira, 15 de setembro de 2016

LAZARETH - A MOTO COM 4 RODAS E MOTOR V8 DE MASERATI

Modelo foi criado por um designer francês.
Moto ou quadriclo? Nas curvas, os lados esquerdos e direito se inclinam separadamente. É a solução para controlar o monstro com motor V8 de Maserati.

De tempos em tempos surge uma nova maluquice sobre duas rodas que faz a anterior parecer gambiarra de fundo de quintal. A loucura da vez vem de uma pequena customizadora francesa, a Lazareth, criadora da LM847. Essa espetacular motocicleta tem semelhanças com a Tomahawk — um protótipo criado pela Dodge 2006, que tinha motor V10 de Viper e chegava aos 640km/h (teoricamente, pois ninguém se arriscou e chegar lá).

O modelo da Lazareth, também um exemplar único, bebe na mesma fonte. O principal da receita está lá: personalidade esportiva, banco monoposto, estilo naked e visual de inseto alienígena. O motor é besta-fera: um V8 de 4,7 litros da Maserati com 470cv de potência e 64,5kgfm de torque.

MOTO DIVIDIDA AO MEIO

O maior barato da LM847 é a concepção com quatro rodas — todas de 17 polegadas, agrupadas duas a duas, na frente e atrás. Elas trabalham de forma individual por suspensões independentes e surpreendentes.

É assim: nas curvas, as duas rodas do mesmo eixo se inclinam, mas de forma separada. E, junto, vários outros componentes da moto também se inclinam ocupando seus respectivos espaços, como se a moto fosse a junção de duas metades independentes. Para entender melhor, recomendamos que o leitor veja o vídeo que está no site do fabricante (bit.ly/2clpra4).

Como potência e torque são absurdos para seus 400 quilos, a LM847 só tem uma marcha, à frente: não há necessidade de outras para multiplicar ou desmultiplicar as forças, o que é feito por conversor de torque — a relação secundária (que chega às rodas traseiras) é feita por duas correntes curtinhas, uma em cada lado.

Essa loucura francesa tem 2,65m de comprimento e 1,85m de entre-eixos — ou seja: é mais comprida nas duas medidas do que as mais longas Harley-Davidson. Só perde para a ianque Boss Hoss, gigantesca moto custom feita por encomenda, com seus 2,69m e 2m, respectivamente.

Mas curiosas, mesmo, são as balanças e os eixos: as quatro rodas são presas por braços horizontais. Na frente, o movimento de subida e descida é contido por amortecedores também horizontais posicionados logo acima dos braços, e neles apoiados. Atrás, o movimento é coordenado por um único amortecedor, logo à frente das rodas. Nas balanças vão os conjuntos com corrente, coroa e pinhão.

DISCÍPULO DE SBARRO

Tudo isso é resultado da imaginação do engenheiro Ludovic Lazareth, um dos discípulos do extravagante designer ítalo-suíço Franco Sbarro. Após trabalhar como preparador, Lazareth passou pela Aixam-Mega, uma das maiores fábricas de microcarros da França. Em 1998, fundou a Lazareth Auto-Moto, cuja sede fica em Annecy-le-Vieux. Hoje, seu negócio é fazer protótipos e transformações delirantes.


FONTE: o GLOBO


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

LISTAS DE PRODUTOS OFF-ROAD

É com grande satisfação que apresentamos nossas listas de produtos OFF-ROAD. Aqui listamos todos os produtos disponíveis para envio imediato. 

Para conhecer os produtos, baixe as listas. Basta clicar nas imagens e selecionar os produtos de seu interesse. 

Envie a sua lista de interesse e informaremos os valores para compra. (entre em contato via e-mail: shopexpres@hotmail.com) ou via whatsapp +555194661221.








Visite nosso e-Shop.




segunda-feira, 12 de setembro de 2016

CBR 450SR , RESTAURADA


Moto em perfeitas condições.
IPVA em dia, Duti em branco (no meu nome)
1) Motor novo.
2) Suspensão nova.
3) Freios novos.
4) Bateria nova.
5) Carenagens novas.
6) Pneus novos.
7) Kit-Relação novo.
8) Escapamento original (novo)

Tenho notas fiscais de todos os serviços e peças.
Fiz uma revisão geral e coloquei todas peças novas. A moto esta como saiu de fabrica, tudo original.

Sem dúvida você vai encontrar muitas CBR 450 com preços mais baixos, porém são pouquíssimas com tudo em dia como esta. Sem surpresas, moto para pessoas exigentes. Moto feita no capricho

Contato via e-mail: shopexpres@hotmail.com

clic na imagem

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

ENTENDA COMO FUNCIONA UM TRACK DAY

O aluguel de um autódromo pode custar valores superiores a R$ 30.000, ou seja, inacessível para que você reúna seus amigos e vá para a pista em um fim de semana, por exemplo. Porém, existem algumas empresas especializadas que reúnem estes motociclistas para tornar viável esse dia de diversão, que já é bem difundido e conhecido como Track Day (um dia na pista, em português).

Track Day

O Track Day é indicado para todos os tipos de pilotos, sejam eles amadores, iniciantes ou mesmo profissionais. Não há restrição de idade e nem mesmo do tipo de motocicleta, todos que desejarem pilotar em uma pista poderão ter o sonho realizado durante o dia.

As sessões são divididas por níveis: iniciantes, intermediários e avançados, baseado na capacitação e velocidade de cada participante. Durante o dia são várias sessões em geral com 20 minutos de duração cada uma delas, com intervalos entre elas para que você possa descansar se preparar para a sessão seguinte de pista.

“O objetivo do Track Day é prover tempo de pista dando a oportunidade a todos de colocarem em prática as técnicas que geralmente são abordadas durante aulas teóricas nos cursos, é uma atividade a qual como qualquer outra necessita de prática para evolução natural do modo de condução e pilotagem.

É altamente recomendado a todos que invistam num curso de pilotagem, onde será possível conhecer os limites da moto e os seus, sempre num ambiente seguro e controlado, o qual é possível numa pista. Consulte os cursos disponíveis próximos a sua cidade e invista na sua segurança através de uma pilotagem consciente.

Olá, reservamos este espaço para divulgar cursos de pilotagem disponíveis em todo o Brasil. Se quiser participar nos envie uma mensagem com o seu logo e postaremos seu banner e link aqui neste espaço. (nos envie um e-mail para shopexpres@hotmail.com )

Nota: A Shop Express não é responsável pelos cursos abaixo informados, portanto recomendamos que os futuros alunos entrem em contato para tratar diretamente com as escolas / instrutores.

peneloperacing@hotmail.com

equipecarlosbarcelos@gmail.com

rad@radracingschool.com.br




quarta-feira, 27 de julho de 2016

LANÇAMENTO - HONDA CBR 250RR VEM PARA BRIGAR COM NINJA 300 E R3



Pequena esportiva tem motor de 2 cilindros e 250 cc. Moto estreia novo farol dianteiro em formato de bumerangue.

A Honda CBR 250RR foi lançada nesta segunda-feira (25) na Indonésia. O modelo inédito possui motor de 2 cilindros, com refrigeração líquida, e será concorrente de Kawasaki Ninja 300 e Yamaha YZF-R3. Os dados de desempenho do motor ainda não foram divulgados.

A pequena esportiva chega para ser uma evolução, comparada a CBR 250R, que tem motor de 1 cilindro e conjunto mais simples. De acordo com a empresa, as vendas começam no final do ano na Indonésia e os planos são de o modelo chegar depois ao Japão.

Ainda não há informações sobre a chegada da CBR 250RR ao Brasil. A moto é a versão de produção do conceito que foi apresentado no Salão de Tóquio 2015.

Visual radical e tecnologia

A Honda trabalhou profundamente o visual da CBR 250RR, inclusive, estreando um novo conceito de farol dianteiro com dois faróis de estilo bumerangue. Destaque também para o escapamento com duas saídas e a rabeta bem alta e esportiva, com luzes de LED. O modelo tem acelerador eletrônico e 3 mapas de funcionamento do motor. Assim, o motociclista pode escolher entre uma entrega de potência mais linear ou mais esportiva.

Com balança de alumínio e suspensões dianteiras invertidas, a moto também tem freios ABS e com discos nas duas rodas.

Fonte: G12 Auto Esporte